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07/02/2017 17:06
  • Rede de proteção à mulher vítima de violência tem reforço do Governo Federal
Como fortalecer a rede de proteção à mulher em situação de violência? De que modo os órgãos envolvidos com o tema podem atuar de forma mais efetiva? E que suporte pode ser oferecido à família afetada pela violência doméstica atrelada ao consumo de drogas? Questões como estas foram debatidas entre representantes de instituições que atuam com esses assuntos em Natal e no Rio Grande do Norte, entre elas a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SEMUL), e representantes da Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (SENAD).
 
O encontro, que aconteceu na manhã desta terça-feira (07) no auditório da Associação do Ministério Público do Estado do RN (AMPERN), foi coordenado pela diretora de articulação e projetos sobre drogas da SENAD, Nara Santos. Ela explica que Natal foi escolhida para esta ação por estar entre as três capitais com os índices mais altos de violência doméstica.
 
“Além de Natal, Aracaju e Porto Alegre receberão nossa visita para apresentarmos o Plano Nacional de Segurança Pública, que contempla projetos voltados para a prevenção da violência e o consumo de drogas”, aponta. O foco do plano, de acordo com Nara Santos, é reduzir os casos de homicídios e a violência contra as mulheres, tendo como foco políticas sociais.
 
Para tanto, foram apresentados os três projetos que integram o Programa Redes: o Programa Elos, destinado a crianças pequenas; o #tamojunto, voltado para jovens e pais das comunidades; e o Famílias Fortes, que beneficia famílias com filhos entre 10 e 14 anos de idade. O Projeto Redes já atua em Natal prestando assistência às mulheres vítimas de violência e tem se voltado ultimamente para a mulher usuária de drogas.
 
A coordenadora do Departamento de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da SEMUL, Ana Cláudia Mendes chamou atenção para a violência contra a mulher entre os moradores de rua e para o fato de, nos equipamentos da secretaria – Centro de Referência e Casa Abrigo, mulheres chegarem cada vez mais jovens como alvo da violência doméstica. “Garotas de 16 anos estão nos procurando porque são elas as agredidas por seus companheiros, elas não mais acompanham as mães, elas agora estão sendo alvo dessa violência de gênero e precisamos fazer algo focado nessa nova demanda”, alerta.
 
O encontro resultou na formação de um comitê composto por representantes das instituições envolvidas, para fazer o acompanhamento das ações que serão desenvolvidas a partir de agora. Para a secretária da SEMUL, Andréa Ramalho, a reunião foi muito profícua e vai contribuir para fortalecer e ampliar a atuação do projeto Redes em Natal. “Esperamos que, com essa parceria renovada, possamos a partir de agora, capacitar melhor os profissionais envolvidos na rede de atenção à mulher em situação de violência e, com isso, fortalecer os nossos serviços e reduzir os índices de violência e morte de mulheres em nossa cidade”, projeta.

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